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Vote! Eleja o ladrão!

02/12/2015

E eles roubam…
… insensíveis às mazelas sociais,
…às crianças que choram seus pais,
…às mães cansadas de ais.
E eles debocham,…
…sorrindo, indiferentes,
…destruindo, negligentes,
…desfazendo, incompetentes.
E a lei lhes é morosa e branda…
…porque provas são apenas perfumes,
…eles vivem em casas imunes,
…frutos dos nossos costumes.
Enquanto isso você vota e torce,
…transformado, perdendo a razão,
…virando as costas a irmão,
…gritando, em toda eleição:
…Vote! Eleja o ladrão!

A tentativa de pagar uma conta num país surreal!

13/02/2015

É nessas horas que eu fico pensando no correntista iletrado que espera o auxílio de um funcionário do banco (qualquer banco) para resolver suas pequenas pendências junto ao caixa eletrônico ou para sacar aquele dinheirinho que não permite poupanças.

Não disponho de telefones ou serviços da OI há 90 dias ou mais. Os celulares foram transferidos para outra operadora, a internet foi substituída por sistema a rádio, e o fixo foi cancelado após o longo processo de desconstrução pela OI, que matou definitivamente qualquer utilidade daquele telefone como canal de comunicação com meus pacientes.

Num mundo normal seria de esperar a não cobrança por algo inexistente, ou que não está sendo oferecido, no entanto, mesmo depois de tudo que foi descrito no parágrafo anterior, a OI continuou a cobrar pelos seus “serviços” imaginários. Acordei de minha fé idiota e formalizei junto a OI (admito que com com certo atraso) o cancelamento daquilo que já não existia há 3 meses. Suspendi o débito em conta no Banco do Brasil e fiquei atento à entrega, pelo correio, de qualquer conta com resíduos de “serviços” anteriores à data do protocolamento (201566441795), que, embora injustos, refletiam a minha falha em não ter percebido a possibilidade de mais aquele aspecto da má gerência da operadora (ou da má intencionalidade proposital até que alguém reclamasse!).

Quando veio a conta pelo correio (e aqui é que eu fico pensando nos pequenos usuários dos serviços vinculados aos sistemas interligados!) fui ao Banco do Brasil, na véspera do vencimento, para pagar o resíduo, utópico e burocrático de R$ 233,40, referente a um telefone inexistente. O caixa me disse que não podia receber porque não havia um código de barras e me sugeriu uma lotérica, porque eles podiam receber tendo como dado apenas o número do telefone. Na lotérica, após reexplicar a novela, a atendente tentou cobrar, mas barrou na informação do sistema que disse que não podia cobrar uma conta de um telefone que não existia, e me aconselhou a procurar a ANATEL para que fosse gerado um código de barras específico para aquela situação. Retornando ao Banco do Brasil me foi facilitada uma ponte com a Anatel que, depois de conferir os caminhos possíveis com a OI, me forneceu o código de barras (846500000027 334000020001 908313201505 201182000004). O Banco do Brasil me aconselhou a pagar via internet, porque o site do banco oferecia essa facilidade. Em frente ao computador, depois de desdobrar os trâmites necessários para efetuar o pagamento, surgiu a seguinte mensagem:

POR RAZÕES DE SEGURANÇA ESTA TRANSAÇÃO NÃO PODERÁ SER EFETUADA NESTE CANAL. DIRIJA-SE AO CAIXA ELETRÔNICO OU AGÊNCIA BB. (G999-501)

Nessa hora você se sente como aquele cachorro que tenta em vão morder o próprio rabo! Andando eternamente em círculos, em busca de uma solução que se apresenta impossível, para uma questão surreal.

Os criminosos da corporação se abraçam com os criminosos do governo!

20/11/2014

Quando você pensa que esgotou toda a sua capacidade de se surpreender e se indignar com os crimes envoltos no manto da democracia, eles, os da governança, se superam e nos aprontam mais uma. Quem achou que o mensalão fosse o maior coelho que essa gente conseguiria tirar da cartola surge o crime da Petrobrás como um rinoceronte gordo e imundo, extraído a fórceps da grande vagina nacional.

Essas pessoas são criminosas. Da pior espécie! Todos!

Já me disseram que isso não é um crime comparável aos dos desmandos do regime militar. E é verdade! Não são mesmo comparáveis! Podemos até analisar os dados disponíveis para demonstrar que não são crimes que se assemelhem: Foi projetado em 400, ou um pouco mais, o número de pessoas diretamente assassinadas pela ditadura militar. O desvio da Petrobras, para ficar apenas no exemplo mais atual, é noticiado como um rombo de 10 bilhões de reais. O custo do tratamento de um paciente hospitalizado por um mal tratável, mas que morreria sem os recursos adequados, é de 25 mil reais. Vamos então recorrer à matemática elementar: os 10 bilhões desviados divididos pelos 25 mil necessários para salvar uma vida dão como resultado 400 mil – quatrocentas mil pessoas assassinadas! Um crime mil vezes maior do que o cometido durante o regime militar. Isso é um genocídio! E existem pessoas que acham isso tolerável!

Essas pessoas são criminosas. Da pior espécie! Todos! Os empreiteiros, os diretores das estatais, os políticos que nomearam e mantiveram os corruptos por anos a fio em seus cargos de quadrilheiros impunes e aqueles que dizem que não sabem de nada, quando qualquer criança sabe que é impossível estar onde eles estão sem sentir o descomunal e sólido fedor que emana das salas ao lado.

Nós elegemos essa gente! Nós somos cúmplices. Nós assistimos amortecidos aos intermináveis julgamentos. Nós achamos bonitas expressões como habeas corpus, fórum privilegiado, embargos infringentes, redução de pena por bom comportamento e o direito de ficar calado. Nós achamos pitorescos os gestos histriônicos de um Genuíno e o sorriso debochado de um Zé Dirceu de volta às ruas. Nós achamos graça quando a pizza é enfiada sem lubrificante no forno de nossa complacência. Nós, no máximo, torcemos um pouco o nariz e deixamos pra lá, quando nos é cobrado o rombo travestido como ajuste em alguma variante de um imposto que ninguém entende.

Somos governados por uma corporação criminosa que permanece impune. Vejo a vida passar enquanto se esvai a esperança de que exista nesse país um poder competente e idôneo para acabar com isso.

O gigante adormecido

20/09/2013

Teorizando! Se o Roberto Jefferson, então um estrela secundária, ao perceber que a própria queda era inevitável, tivesse ficado com a boca fechada, como convinha aos principais protagonistas do governo, nós não saberíamos nada sobre os 2,6 bilhões de reais movimentados, de 1997 a 2005, pelo Valerioduto, mensalão seria uma palavra desconhecida, Dilma e Genuíno, hoje, poderiam ser proeminentes ministros, Delúbio, quem sabe, estaria à frente de uma importante estatal e José Dirceu, ungido por Lula, seria o presidente do país, todos os dias em nossa sala, sorrindo como a estrela do PT, rumo à reeleição.

Pelo menos esse era o plano original! Mas como a canoa furou, se fez necessário um remendo, Dilma virou presidenta, passamos a viver num futuro alternativo que não havia sido previsto, o podre veio a público e o seu cheiro foi negado e provado por nove anos com o nome de ação penal 470. Hoje, sob os olhos crédulos e benevolentes da massa desembolsada, os poderes unidos abençoaram esse teatro, rotulado de esforço das instituições pela governabilidade e manutenção do estado democrático, onde a compra de votos passou a ser institucionalizada, a corrupção um negócio lucrativo e a impunidade, pelo menos quando o ladrão é grande e o roubo é colossal, uma realidade com a qual, parece, vamos ter que nos acostumar.

É infantil pensar que Lula “não sabia de nada”. Assim como é burrice achar que não aconteceu o roubo. Já ouvi, da boca de petistas de peso, que não houve roubo para o bolso de ninguém, ou esse, se houve, foi de pequena monta, mas sim para custear um projeto de governo, de país, pensando no bem do povo como um todo. Lindo!

Mesmo não acreditando nessa teoria da absolvição, podemos entender porque Lula dizia que não havia acontecido nada e, depois, que não sabia de nada. Podemos até entender os esforços do governo para livrar a cara dos companheiros caídos. Afinal, dos encontros para planejar o custeio do projeto de governo devem ter respingado provas para todos os lados. Mais tarde, nas conversas sussurradas, devem ter ocorridos sinalizações do tipo: “Tá legal! Eu seguro o tranco! Mas vocês que ficaram de fora vão fazer todos os esforços para que a coisa seja amenizada! Não seria interessante arrastar todo mundo, não é mesmo?” Foi assim que sobrou para o Valério. O único ladrão sem currículo. Sem companheiros. O estranho no ninho. O bode expiatório ideal. Talvez o mais lento! Sem dossiês. O pato.

Se os bilhões roubados fossem transformados em recursos utilizáveis para salvar vidas podíamos configurar um massacre. Mas como foi tudo no papel fica fácil recitar preciosismos jurídicos e firulas regimentais para encompridar uma novela que já podia ter acabado. Nesse ínterim, o gigante voltou a adormecer, deitado eternamente em berço esplêndido, sob um formoso céu, risonho e límpido, como dizia o profeta Duque Estrada.

Embargos infringentes!

13/09/2013

Embargos infringentes! Quando nós, que moramos no lado de cá, bem abaixo do Olimpo, movendo a máquina e sustentando o mundo, pensamos que já ouvimos tudo que é jargão jurídico, surgem outros e outros, como coelhos paridos de uma cartola mágica e inesgotável! É claro que aquilo que vira rotina perde a capacidade de surpreender, mas não a de indignar! Principalmente quando sabemos que esses mirabolantes desvios ferem o sentimento democrático e a ética, essa prima esquecida da justiça, fazendo honras mais às letras num pedaço de papel. E isso parte do Supremo Tribunal Federal! Acima do qual não há a quem recorrer. Depois de nove anos de julgamento? Depois de apreciar provas aos quilos? Vocês, nobres e letrados doutores da lei, vão julgar novamente o que já julgaram? E no caso de um condenado, redivivo graças às manobras de protelação, receber novamente quatro votos pela absolvição, cabe um novo embargo infringente? E novo julgamento? Ad eternum? E ainda se ofendem quando alguém enfia o dedo nessa ferida escancarada que fede à chicana?

Eu gostaria de cometer uma boa dúzia de crimes. Todos em nome da moralidade e do bom senso, mas todos – não queiram entender – absolutamente ilegais. Já pesquisei! Nenhum deles é hediondo, mas cinco não prescreveriam e um seria inafiançável! Estou apenas esperando o voto do Celso de Mello. Havendo um precedente posso me deitar na jurisprudência. Dispenso advogado. Faço a minha própria defesa. Quero ser julgado pelo Supremo. Se eu for condenado; e vou ser; tenho convicção disso; assim como tenho convicção de que os argumentos que já preparei para justificar cada um dos meus crimes podem, com folga, obter quatro votos pela absolvição; vou encher a boca exigindo um embargo infringente. E depois do rejulgamento, mesmo sendo reacusado, não serei preso! A aposentadoria ou a prescrição vão atropelar esse novelo jurídico de araque. E eu vou rir da cara desses juízes! Desses infringentes!

Barbosa, Lewandowski e a chicana.

17/08/2013

Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, no julgamento de um dos recursos do mensalão (lembra? aquela novela misteriosa iniciada há 8 anos que trata dos subornos envolvendo… ah! vá ao Google e se informe!), acusou Ricardo Lewandowski de estar fazendo chicana, em referência à análise do recurso, requerendo redução da pena, apresentado por um dos réus.

 O papo foi mais ou menos assim: Lewandowski disse: “Presidente, nós estamos com pressa do quê? Nós estamos fazendo justiça.”

E Barbosa respondeu: “Vamos fazer o nosso trabalho e não chicana, ministro.”

 A corporação judiciária caiu de pau em Barbosa! Esse negro, filho de pedreiro, arrimo de uma família pobre de sete irmãos, que estudou em escola pública e foi funcionário de uma gráfica, não pode faltar com o respeito e usar um palavrão desses, insinuando coisas suspeitosas sobre um dos colegas!

 Para quem não sabe, a palavra chicana significa processo artificioso, abuso de recursos e formalidades em questões judiciais, querela de má-fé, cavilação, razão falsa e enganosa, maquinação fraudulenta, sofisma, enredo, ardil, raciocínio vicioso aparentemente correto e concebido com a intenção de induzir ao erro, premissa ou argumentação cujo propósito se estabelece na intenção de produzir uma ilusão da verdade, apresentando uma estrutura lógica, porém com relações incorretas e propositalmente falsas, discussão argumentativa que supostamente demonstra a verdade, mas que possui em sua essência características ilógicas, todo discurso tendencioso cuja intenção reside na ideia de uma proposta capciosa para que se opte pelo erro, ação realizada com a intenção de ludibriar e enganar, mentira.

 Ainda traduzindo, mas simplificando, chicana significa enrolar para ganhar tempo (ou outras coisas mais substanciosas), quando todo mundo já está cansado de saber que a missa acabou há meses.

Pelo tamanho da explicação pode se entender porque Barbosa usou só a palavra chicana, mais curtinha, embora quase totalmente desconhecida da grande parte da população brasileira.

Mas isso não importa! O fato é que nas altas esferas jurídicas a palavra chicana é considerada um palavrão! E, convenhamos, Lewandowiski, sabedor do significado da palavra e das implicações de seu significado, não podia “lewar” aquele desaforo para casa! Ficou injuriado e devolveu: “Vossa Excelência está dizendo que estou fazendo chicana? Peço que se retrate imediatamente.”

Mas o Barbosa fez um gesto com o braço e a mão direita, que, se fosse traduzido, seria muito pior que dizer chicana, e emendou: “Não vou me retratar!”

Lewandowiski ainda esboçou uma reação indignada: “Como? Vossa Excelência tem obrigação. Eu não admito isso…”

Mas Barbosa bateu o martelo (acho que os juízes devem bater o martelo nessas ocasiões) e fez Lewandowiski engolir o seu não-admitismo, finalizando: “Está encerrada a sessão.”

Cena de filme! Tensa! Caras amarradas no final. Embora eu sempre ache bonitinho como eles se tratam de Vossa Excelência mesmo quando se xingam!

Como cidadão não vou entrar no mérito da elegância de Barbosa. Dizem que a Lei Orgânica daquela casa estabelece que os magistrados devem se tratar com “urbanidade e cortesia”. Até ontem a palavra chicana permanecia como uma coisa perdida nos rodapés do vernáculo e não seria considerada ofensiva para 99,9% dos brasileiros. Mas já que o seu contundente significado veio a público graças à veemente indignação do interlocutor de Barbosa podemos todos nós, de alma lavada, embora ainda com o corpo encardido, concordar com o presidente do STF.

Está havendo chicana? Sim! Alguém está ganhando tempo e dinheiro com isso? Sim! E, além disso, Lewandowki deveria ter a noção do deboche quando perguntou “…nós estamos com pressa do quê?” Ora, senhor juiz, se depois de oito anos de análise o senhor ainda não conseguiu chegar a uma conclusão sobre esse assunto velho e batido em paralelo com a realidade brasileira, eu conheço meninos pobres, que devolvem ao donos carteiras perdidas, que podem  desenhar para o senhor.

O país tem pressa! Pressa de acabar com a corrupção! Pressa de terminar com os assassinatos cometidos por esses homens que estão sendo julgados. Porque cada vez que morre um brasileiro por falta de atendimento, ou de equipamento, ou de medicamentos, que seriam adquiridos com o dinheiro público, eu lhe digo que esse dinheiro nós sabemos onde está e de que forma foi roubado.

O senhor já sabe o que significa chicana. Dispa a toga e desça algumas classes e o senhor vai saber o que significa pressa.

Como ser feliz!

30/09/2011

…o parlamentar é um empregado nosso que foi contratado para votar nas inúmeras coisas nas quais, em princípio, seriam necessárias as nossas opiniões, mas não podemos estar lá, por que temos que trabalhar para que o país ande…

 

CHEGA! A partir de hoje o assunto política está banido do Cágado! Este é o último post a respeito. (Como se os ladrões da ocasião estivessem preocupados com isto!) Vamos brindar ao arquivamento das denúncias contra Valdemar Costa Neto. Brindemos também ao voto secreto daqueles em quem nós votamos para que não votassem secretamente nas coisas que são de nosso interesse. Afinal, em última análise, o parlamentar é um empregado nosso que foi contratado para votar nos assuntos sobre os quais seria necessária a nossa opinião, mas nós não podemos estar lá, por que temos que trabalhar para que o país ande. O mínimo que se espera deles é que votem certo! Mas para isto precisamos saber como eles estão votando! (Tão simples!) Contudo as manhas do fisiologismo permitem que os nossos empregados trabalhem em segredo! Votando não pelo interesse daqueles que os elegeram, mas pelo interesse deles próprios, secretamente, em conluio, como fazem os bons profissionais do ramo, que têm tudo a esconder, seus rabos presos, suas rapinagens, e Deus saiba mais o quê! (Parece piada!) Brindemos ao bonitão do mensalão e às suas declarações emblemáticas tais como “…quero que vossas senhorias provem as infâmias que dizem contra minha ilibada conduta…”, enquanto a própria mulher (do nobre deputado) afirmava que muitas vezes observara as malas de dinheiro circularem em torno de Valdemar. (Águas passadas!). Brindemos à sua renúncia para evitar a cassação. Brindemos à sua reeleição guinchado pelo fenômeno Tiririca. (Povo burro, no fim, deve comer capim!) Falando de Vavá (Ficamos íntimos nos últimos anos!), brindemos à sua ação “regularizadora”, mais recentemente, no quem-vence-as-licitações no Ministério dos Transportes. E brindemos, fechando o círculo, ao arquivamento das denuncias contra ele. De tabela podemos brindar às lágrimas de Jaqueline Roriz. E brindemos, de forma mais abrangente, à pouca vergonha na cara do parlamento brasileiro (onde é difícil acreditar que haja alguém honrado, pois se existisse tal hipotético alienígena, hoje ele deveria estar berrando de indignação!). E por último, brindemos! Pois uma coisa é certa! Eles estão brindando e rindo das nossas caras! CONTINUEM VOTANDO NELES, PANACAS!

Minha esposa fez um comentário ao meu discurso apoplético sobre a falta de ética vomitada em nossas caras. (Ética, para quem não sabe, é aquela senhora gorda que foi esfaqueada pela classe política desse país!): “Pra que ficar deprimido e enfartar? Nós não podemos fazer nada! Eles é que fazem as regras do jogo! Sempre foi assim!” E é verdade! O idiota aqui é que não tinha chegado a uma constatação tão óbvia. Daqui pra frente vou reduzir minhas atividades políticas à: 1) Não votar, 2) sonegar, e 3) sacanear políticos! É mais divertido, mais econômico, e não faz mal às coronárias.

Não vou mais me sentir chupando um prego até virar parafuso! É quase como ser feliz!

 

(obs: a foto-montagem  na abertura foi feita a partir de inúmeras chupadas googleanas sem pudor e sem lembrar de guardar os links para dar os créditos a quem merece – perdoem-me os chupados!)