Deitado eternamente em berço esplêndido

O governo (de qualquer partido e em todos os níveis e poderes, dos federais aos municipais) age como dono de uma grande empresa, e acredita, de forma doentia, que deve ser assim. Nesse contexto, nós somos a massa trabalhadora que teria a exclusiva obrigação de sustentar a máquina pública. Nós existiríamos unicamente para suprir os desvarios do proprietário; pouco importando se o custo da fantasia supera a arrecadação. Como se vê, há uma absoluta inversão de valores! O único direito do Estado deve ser o de ser respeitado. Mas, para isso, tem que fazer por merecer! Desinflando. Obedecendo à lei. Trabalhando para o povo, e não sendo sustentado por ele. Enquanto nós não entendermos que estamos viajando num barco emborcado, estaremos fadados a naufragar. Podemos continuar assistindo à absurda falência de um país riquíssimo ou começar a discutir o assunto. A escolha é nossa.

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