Como são as coisas no Santinho! (03 de 12)

Capítulo 03 – Como os nomes das coisas são como são.

(Para saber como começa essa história clique aqui!)

Quem poderia entender o nome de uma Escola de Samba ser Separados da Unidos? Às vezes o contrassenso em um nome só é compreensível sabendo a história. E essa foi mais ou menos assim:

Havia uma vila pequena e pobre. Uma penca de casinhas mal iniciadas e mal acabadas. Cada uma com um amontoado de pessoas. Um lugar sem designação num morro na periferia da cidade. Numa nessas casinhas nasceu um menino muito doente. Ele viveu até os oito anos. Era magrinho e pálido. O cabelo dele era crespo e loiro. Tinha uma cara de anjo. As pessoas chegavam até a janela do quarto em que ele vivia e diziam: “Coitadinho”! E o menino sorria. As pessoas iam embora com um buraco na alma e a única coisa que enchia aquele buraco era o sorriso do menino.

Naquele lugar as pessoas não dispunham de recursos para procurar médicos e fazer tratamentos. Ter esperanças era um artigo de luxo. Nunca se soube do que o menino realmente sofria. Ele foi ficando ainda mais pálido, quase transparente, e um dia ele sorriu e morreu.

A notícia correu rápida. E rapidamente chegou aos ouvidos de Antenor. De todos que moravam naquele lugar Antenor talvez fosse o que mais rezava pela saúde do menino. Antenor era pedreiro, um dia caíra de um andaime, batera com a cabeça, e ficara cego. Mas esse homem não reclamava de sua cegueira. Sua maior tristeza era saber daquela pobre criança que não conhecia o mundo fora de seu pequeno quarto. Antenor chorou muito quando soube que o menino havia morrido. E, como se aquelas lágrimas fossem de uma água milagrosa capaz de lavar a cegueira, Antenor voltou a enxergar.

Novamente a notícia correu rápida. Naquele lugar pequeno todos eram testemunhas de qualquer ocorrência. Todos viram o menino morrer. Todos viram Antenor chorar. Todos viram Antenor voltar a enxergar. Todos disseram:

― É um milagre!

― É um milagre do menino!

― É um milagre do Santinho!

***

Antenor doou um terreno para que ali fosse enterrado o menino e construiu naquele lugar uma pequena capela de dois metros por três. Vivia abarrotada de gente que rezava pedindo, rezava agradecendo, acendia velas, trazia flores e colava plaquetas nas paredes em referência às graças alcançadas. Logo chegaram pessoas que vinham de longe. Apareceram carros de gente fina. Homens de gravata e mulheres bem penteadas. Cresceu um pequeno comércio com botecos, lanchonetes e, principalmente, lojas de lembranças e artigos religiosos. Eram vendidas relíquias milagrosas com pedaços do último lençol que cobrira o Santinho, fios de cabelo do Santinho, fotografias do Santinho, velas do tamanho do Santinho e por aí vai até onde o imaginário religioso do povo permitia. E, como um grande número de cabeças haviam se voltado para uma mesma direção, a energia psíquica daquelas pessoas ávidas por algo mágico que mitigasse os seus mais variados sofrimentos promoveu os inevitáveis milagres, ou a percepção de que era isso que estava realmente acontecendo. A multidão queria. A multidão acreditava. E, assim como a cegueira psicológica de Antenor foi lavada pelas lágrimas no choque da notícia da morte do menino, ninguém mais duvidava de que tudo de bom que acontecia era obra do Santinho. Ou pelo menos tinha a sua intercessão.

A Igreja mandou um padre sisudo que fez o papel de advogado do diabo. Fuçou, fez perguntas, fotografou, ouviu histórias, e enviou um relatório em que, pelo sim ou pelo não, recomendava que se erguesse uma igreja nas proximidades, já que aquela freguesia não poderia ser ignorada. Assim foi construída a igreja do Nosso Senhor Menino.

Com a igreja veio uma escola, com a escola um posto policial, e depois algumas lojas, uma agência secundária de um banco, uma casa de bingo, um bar chique que escondia uma casa de garotas alegres, e assim por diante. Os moradores que se adaptaram à nova realidade, apostando nas melhorias, fizeram seus próprios negócios e construíram casas melhores. Os mais lentos foram absorvidos e se transformaram em empregados dos mais espertos. E naquela época, quando perguntavam para alguém dali: “Onde você mora”?, logo vinha a resposta orgulhosa: “Eu moro lá no Santinho”!

Com o tempo a cidade cresceu, e a vila também. Por fim ambas se encontraram. E aos poucos as ruas calçadas chegaram ao Santinho. Todos dispunham de uma ponta da rede de água, de esgoto, de luz e telefone. Ninguém mais sabia exatamente como era a vila em que morara e morrera o menino. Mas todos sabiam onde estava a capela do Santinho, já espessamente forrada de agradecimentos por dentro e por fora, no terreno doado por Antenor, ao lado de um grande barracão abandonado por uma fábrica de cadeiras que um dia se aventurara por ali e falira por obra de um administrador sem tino. Os padres que se alternavam na Igreja do Nosso Senhor Menino afirmavam que os milagres eram obra do próprio Filho de Deus, ali homenageado em sua forma infante e na prefeitura o bairro era conhecido como Senhor Menino, mas os mais velhos teimavam em contar que a história não tinha nada disso e era da Capelinha ao lado do barracão, onde o Santinho fora enterrado, que emanava a força responsável por todos os milagres. O ônibus tinha um luminoso que dizia: Santinho. Haviam tentado mudar para Senhor Menino, mas os moradores preferiram ir a pé. O fluxo de crentes permaneceu constante. Respeitando os princípios ecumênicos não doía nada ir à missa dos padres, para, por vias das dúvidas, ficar de bem com Deus, e depois passar na Capelinha ao lado do barracão e acender uma vela pro Santinho, que, pelo que se sabia, até pagão era, mas tinha influência nas esferas superiores. Coisas da diplomacia mística.

***

Tudo isso já havia acontecido, quando Zuzu chegou, espalhafatosa e deslumbrante, e resolveu que naquele barracão iria criar a Escola de Samba Unidos do Santinho.

O pequeno e tímido séquito de sambistas que acompanhava Zuzu em busca de um lugar para fazer o ninho reclamava:

― Mas, Zuzu, aqui ninguém gosta de samba!

 E Zuzu rechaçava todos os golpes do pessimismo:

― Samba se aprende! Eu ensino.

 E eles voltavam à carga:

― E o dinheiro?

 E Zuzu rebatia:

― Eu arranjo. E…! Ei! Botem na cabeça de uma vez por todas que Zuzu já é uma Escola de Samba! Eu me basto! Quem quiser estar comigo nessa aventura cuspa sua falta de fé na lata de lixo e deixa o resto comigo! ― E assim nasceu a Escola.

Zuzu em seu incansável frenesi e com sua esfuziante alegria foi conquistando simpatizantes, adeptos, sambistas enrustidos, batucadores, costureiras, mulheres bonitas, trabalhadores voluntários, artistas, exibicionistas, amigos e patrocinadores. No barracão surgiu um almoxarifado onde eram organizados surdos, repiques, chocalhos, tamborins, cuícas, agogôs, reco-recos, pandeiros, pratos, um estoque de tecidos multicoloridos, adereços os mais variados e mais uma infinidade de tralhas cuja utilidade só a imaginação de um carnavalesco podia antever. Logo montou um atelier com máquinas de costura e um escritório informatizado. Dona Zuzu comandava esse pequeno e alegre império. Ninguém se importava com o fato de Zuzu não ser uma mulher. Embora muitos jurassem que fosse.

No primeiro ano em que a Escola desfilou contava com três carros alegóricos e mil e duzentos participantes. Foi o maior sucesso. Ganhou prêmios. A mídia descobriu a outra face do Santinho. Zuzu foi convidada para programas de televisão. O barracão ficou pequeno para todas as atividades paralelas e passou a receber visitantes que vinham de longe para ver o que se fazia por lá. Zuzu alugou as casas mais próximas e foi espalhando suas ideias. Europeus se encantaram com as oficinas de artesanato, a alfabetização dos adultos, o atendimento odontológico e o teatro para as crianças. Zuzu brilhava. Era um gay celibatário que encontrara uma forma de tirar crianças da rua, educar os velhos, criar empregos e se divertir. Até o padre da época via com bons olhos o trabalho de Zuzu, com ressalvas para sua opção sexual.

Apenas uma coisa não havia no Santinho. O comércio de drogas. Um nicho comercial inexplorado. Uma clientela fresquinha. Todo um bairro virgem para se instalar, e sem as desagradáveis e desonestas concorrências daquele ramo de negócio. Isto agradava muito a Luigi Fettuccine, chegado da Itália, filho de brasileiros, cheio de planos e com os bolsos recheados para investir na América.

Assim que pisou em solo verde-amarelo Fettuccine contratou um segurança e um secretário casca grossa e o encarregou dos contatos comerciais.

O secretário fez uma pesquisa de mercado e apresentou seu relatório ao patrão. O colégio era um lugar promissor, mas muito perigoso naquele momento, pois ficava ao lado do posto policial, um ponto estratégico que necessitava de uma avaliação prévia. Além do mais, naquele ramo, investir em crianças, de cara, poderia ser um tiro no pé. O comércio local era muito careta e os poucos que dariam alguma abertura eram fracos. Barraca, o proprietário do Bar Feliz, ficara seduzido pela possível diversificação dos negócios, mas considerava o seu estabelecimento já suficientemente visado.  Garotas na vitrine e drogas na bandeja poderiam se transformar numa combinação explosiva.  A escolha mais acertada seria a Escola de Samba Unidos do Santinho. Uma fachada ideal. Mais de quinhentas pessoas entrando e saindo todos os dias. Um lugar onde as razões para a circulação de dinheiro ilícito seriam facilmente justificáveis no meio de um monte de benfeitorias sociais. Era só conquistar a bicha que comandava o lugar.

Assim o primeiro encontro entre Zuzu e Fettuccine foi marcado para ser no escritório do barracão da Escola de Samba. Zuzu sentiu o cheiro do tipo de negócio daquela gente. Quando soube que o gringo viria acompanhado resolveu que não deveria estar sozinha no encontro e chamou Romeno.

Romeno era o braço direito de Zuzu. A língua do mulherio da Unidos dizia que ele não era de fato um rapaz apesar de suas constantes investidas na Cida, a negra mais bonita do atelier. Zuzu pediu que Romeno desse um toque para o Dr Paulo, advogado com escritório ali no Santinho, que para alguns era Bidu, mas que a maioria chamava de Dr Biduzão. Biduzão, um mulato boa pinta, assessorava Zuzu nas questões da Unidos do Santinho e não era amante dela, ainda que isso não pudesse ser tirado da cabeça da maioria das pessoas da comunidade.

Biduzão, por sua vez, achou por bem que outras pessoas deveriam estar presentes ao encontro, porque ele, como bom observador, sabia que as lideranças verdadeiras tinham faces diferentes naquele lugar. Assim Biduzão telefonou para o Fino e falou sobre o encontro, acrescentando que a presença dele seria fundamental.

Assim, reuniram-se no barracão da Escola de Samba Unidos do Santinho, Luigi Fettuccine, acompanhado por dois homens com cara de porteiros de boate, e Zuzu, acompanhada por Romeno e Biduzão. Depois que todos já estavam sentados alguém bateu à porta do escritório e Romeno foi abrir. Entraram Fino e Coisa-Torta. Fino se desculpou:

― Desculpem-me o atraso, mas minha Lu está atarefada com o nascimento de nosso menino e eu só podia sair depois de deixá-la bem acompanhada.

Biduzão foi diplomático e fez as apresentações. Fettuccine vestiu sua melhor roupagem de ovelha apresentando o infindável rol de benfeitorias sociais que poderiam ser possíveis com o investimento que ele estava disposto a fazer na Escola Unidos do Santinho. Zuzu escutou tudo com muita paciência e educação. O secretário, que se apresentou como Regis, explicou que a única coisa que seu cliente almejava era participar como sócio daquele movimento social. Fazer crescer a ideia. E, posteriormente, tirar proveito dos empreendimentos satélites que inevitavelmente surgiriam, tais como academias de ginástica, salas de espetáculos, bares típicos, e movimentos artísticos relacionados. Zuzu questionou a necessidade da associação com a Escola, uma vez que todos os projetos de Fettuccine poderiam ser desenvolvidos paralela e independentemente, com as estruturas resultantes mantendo uma autonomia administrativa. Via um inevitável choque de interesses na ligação entre eles, uma vez que a Unidos do Santinho estava voltada inteiramente para os aspectos sociais e de apoio às comunidades carentes, não tendo o lucro como prioridade, e as propostas do pretendente a sócio eram nitidamente comerciais. E “com muitas portas abertas para atividades escusas”, pensou Zuzu. Ela gostaria também de ter dito que o que ela menos queria era ver a Escola transformada numa estrutura desonesta, desmoralizada frente à opinião pública. Mas isso tudo ela não disse.

A objetividade das declarações de Zuzu criou um nítido mal estar, mas Fettuccini procurou manter o sangue frio e deixou que Regis tentasse aparar as arestas. O secretário pediu que Zuzu avaliasse melhor a proposta e apresentou as cifras tentadoras que seu patrão pretendia gastar. Zuzu desconsiderou a interferência e ironizou a tentativa afirmando que com aquela quantia o próprio Fettuccini poderia montar uma Escola ainda mais rica do que a Unidos do Santinho, e que o espírito comunitário da Escola não estava à venda.

Fettuccini tirou do bolso um talão de cheques e, arrogante, perguntou quanto custava aquele barracão com tudo que tinha dentro. Zuzu ficou imediatamente de pé. Biduzão a segurou pelo braço. E, antes que a conversa descambasse para um troca-troca de insultos deselegantes, Fino falou, com seu jeito macio e sem alterar a voz:

― Acho que ficou claro qual é o desejo da Dona Zuzu. A Escola é dela, não está à venda e ela não está aceitando sócios. No que me diz respeito aquilo que o senhor está propondo agora, com um talão de cheques na mão, pode ser considerado ofensivo e de consequências desagradáveis. Eu e o Coisa-Torta o aconselhamos a guardar o seu talão, e, quem sabe num outro dia, com os ânimos serenados, visitar as oficinas para entender o tipo de trabalho que é feito aqui.

Biduzão achou que a intervenção de Fino fora adequada à situação provocada pelo visitante. Fettuccini se levantou dando por encerrada a conversa e afirmou ali, naquele momento, que era isto que ele iria fazer: montar uma Escola de Samba maior e melhor do que a Unidos do Santinho, e que com a força de seu dinheiro compraria o trabalho dos melhores profissionais de Zuzu, e que a partir daquele momento haveria uma guerra. Se Zuzu ficou abalada com aquela ameaça alimentada pelo dinheiro do outro não deixou transparecer. Afirmou que se o gringo achava que tinha competência para o samba e para a o trabalho social que se estabelecesse, e se achava que o seu dinheiro poderia comprar os profissionais que trabalhavam pra ela que assim procedesse, pois lhe pouparia o trabalho de descobrir e dispensar aqueles que não mereciam confiança.

Todos se levantaram e Fino fez um alerta:

― Sr Fettuccini! Já que o assunto referente ao seu pretendido negócio aparentemente acabou e o senhor chegou a pouco na nossa comunidade e talvez não tenha tido tempo para perceber como as coisas funcionam por aqui, vou lhe dar uma curta visão geral para que isso possa, sem maiores pretensões, orientar os seus empreendimentos futuros. O senhor é bem vindo. A sua grana é bem vinda. Os benefícios que o seu dinheiro vier a proporcionar para as nossas pessoas serão muitíssimo bem aceitos. Mas – e considere o que eu vou dizer como bem entender já que ninguém aqui pretende ensinar ninguém a gerir os seus próprios negócios – se as nossas crianças forem atingidas por suas atividades o senhor deve estar ciente de que vai arcar com as responsabilidades… e com as consequências.

Fettuccini olhou um bom tempo para aquele homem pequeno e de fala mansa e depois para a coisa estranha ao seu lado, que fazia com que todos naquela sala fossem menores e mais fracos. E mesmo com o orgulho ferido e ainda disposto a um dia por o seu tipo de comércio a funcionar, nem que fosse em outra freguesia, achou por bem considerar aquela ameaça velada como um aviso a ser respeitado.

E assim nasceu a Separados da Unidos. Um paradoxo no nome. Uma separação societária que morrera na primeira tentativa. Uma nova Escola de Samba. Uma outra estrutura que, se pretendia ser o quartel general da distribuição de drogas no bairro, se obrigou a ser estruturada dentro dos moldes da Unidos, com escolas, artesanatos, assistência médica e social, tentando ser melhor que a rival para atrair os simpatizantes, numa concorrência em que só a comunidade saiu lucrando, e onde Fettuccini procurou demonstrar toda a sua capacidade teatral e dissimuladora, a espera do tempo de reverter o foco em busca de suas reais intenções. Com isto todos ganharam. Zuzu se livrou dos relutantes, conseguiu adeptos mais fiéis, melhorou os próprios serviços, aprendeu a ser esperta, criar a sua própria equipe de segurança, e ficar sempre alerta para os jogos de Fettuccini. E este, de certa forma, aprendeu a sentir prazer em ser considerado um home de bem, embora em seu íntimo o traficante voraz e sem escrúpulos se contorcesse como uma serpente prestes a dar o bote.

Com o tempo Biduzão acabou circunstancialmente atuando como advogado da Separados numa ou noutra questão, e Fino e Coisa-Torta passaram a ser respeitados por Fettuccini. Apenas Zuzu continuava com o pé atrás com o gringo. Mas como o tempo é bom para arredondar as pedras sempre poderia haver novas histórias…

 (Continua…)

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2 Comentários em “Como são as coisas no Santinho! (03 de 12)”

  1. Li Says:

    Só uma fé muito forte pode fazer milagres.

    Saudades do Pierre,envio-lhe saudações.

    Diga que volte logo,para enfrentar a concorrência,rs.

    No aguardo de mais notícias do Santinho.

    • romacof Says:

      Acho que os “milagres” acontecem. Mas são chamados milagres por nossa incapacidade de conceituação. O “milagre” que acontece em decorrência da fé em um aglomerado me parece ser mais a resultante de mil pequenas energias mentais voltadas para o mesmo foco. É um resultado, mas nós o chamamos de milagre. Quando surge na vida de uma pessoa sem intercorrência de uma multidão desejosa ou focada é uma ocorrência casual improvável, mas não impossível. Sou testemunha ocular e pessoal dos dois exemplos. Sempre há uma explicação semioculta que escapa à observação comum. No caso do Santinho, tudo que aconteceu (e ainda acontece lá!) pode ser classificado ou como um psico-somatismo que se desfez por um susto mais forte, ou pela ação da energia mental de mil desejosos!


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