Quando a indignação vira baderna o justificável perde a razão.

A baderna e o vandalismo em São Paulo transformam reivindicações justas num protesto sem foco. Geraldo Alckmin usa o facebook para justificar o uso de força como um ato necessário na proteção das pessoas e do patrimônio público. A polícia desce o pau, num remake de 1969, mas agora sob o patrocínio da democracia.

“… se queremos viver em uma democracia, temos que respeitar o direito das pessoas.” (Geraldo Alckmin)

 Caro colega e governador, essa é uma verdade que deve valer nos dois sentidos! Vamos dizer, juntos, um NÃO ao vandalismo e um NÃO à corrupção! Não cobre da massa uma resposta coerente. Se a massa fosse sábia não votaria na maioria dos políticos em atividade no país. Nas campanhas eleitorais é mais fácil, para os aproveitadores do momento, manobrar a massa “democraticamente”. Na revolta há outros aproveitadores que fazem a manobra. E o resultado não interessa àqueles que apenas querem trabalhar enquanto esperam que o governo faça a sua parte. A solução é sermos honestos! Os dois. Eu e você! A massa e o homem público. A honestidade ainda é a primeira forma de “respeitar o direito das pessoas”.

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