Balanço do balaço

  1. Quem é que dizia que o Capitão Nascimento não era um bom exemplo?
  2. Enfim a ficha caiu! Se havia uma guerra as forças armadas tinham que ser acionadas.
  3. Já estamos colhendo os frutos da Olimpíada e da Copa?
  4. “I ux’mano, cara? I ux’mano? Cumé quinóix faix?”
  5. Vende-se fuzil R15. Semi-novo. Único dono. Mantêm-se sigilo. Grátis: bala prum ano.
  6. Aluga-se mansão no Complexo do Alemão. Com piscina e quatro porões. Tratar com Elias Maluco.
  7. Tem motorista que há 20 anos vai ao Espírito Santo por Minas. Pisar no Rio jamais.
  8. Pelo menos uma vez na vida todo mundo torceu pro mocinho. E até pra polícia!
  9. Se as prisões já estão cheias não vai ter neguinho saindo pelo ladrão?
  10. A polícia já controla o morro. Agora só precisamos controlar a polícia.
  11. E depois? (Você sabe que o depois sempre chega!) Como é que fica?
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8 Comentários em “Balanço do balaço”

  1. Franci23 Says:

    Na parte de controlar a polícia sinto que isso é impossível.

  2. Li Says:

    Agora que a polícia “tomou” o morro temos que urbanizar o morro,rs.

    • romacof Says:

      Existem um ditado que diz: “Você pode até tirar o cara do morro mas não pode tirar o morro do cara!” A pergunta que eu faço é a seguinte: Uma vez urbanizado o morro, para onde é que o morro vai?

  3. Jaime Says:

    tu viu a quantidade de drogas apreendidas?

    tu tens idéia de quanto custa um baseado hoje no Rio?

    tu tens idéia de quem são os maiores consumidores de maconha no Rio?

    tu sabe “PORQUE AGORA”?

    tu sabe porque não uma década antes? ou um ano antes? ou um mês antes?

    tu sabe quem parou de receber o “seu” para isso acontecer?

    tu sabe se quando o “quem” voltar a receber Eles continuarão nos morros?

    tu, ou tu, e até tu aí, que achou que eu não tava falando contigo, sabe alguma dessas respostas?

    eu, tu, ele, nós, vós… não “subému mano”… só eles tá ligado! só úzómi que sabe dus bagulho! e o bagulho mano, o bagulho é imbaçado!

    • romacof Says:

      Parafraseando Jack Estripador, vamos por partes:
      (… viste a quantidade de drogas apreendidas?)
      Sim.
      (… tens idéia de quanto custa um baseado hoje no Rio?)
      Deduzo, com grande probabilidade de acerto, baseado nas leis do mercado, que deve estar inflacionado!
      (… tens idéia de quem são os maiores consumidores de maconha no Rio?)
      A lógica aponta para os rebentos da classe média alta! Eles podem pagar, curtir uma ociosidade patrocinada, e não sabem qual é o significado da dor nos outros. Embora a maconha se enquadre na “barateza”… e a minha preocupação esteja mais voltada para a cocaina e seus derivados.
      (… tu sabes “POR QUE AGORA”?)
      Esta pergunta é bastante complexa mas podemos conjeturar: É interessante mostrar ao mundo, em eventos de repercussão planetária, uma má gestão frente aos graves problemas sociais? Como tudo sai dinheiro (e envolve dinheiro) seria bom desprezar os patrocinadores atualmente interessados ? (Posso citar o Grupo EBX (leia-se Eike Batista, e 20 dos seus milhões por ano até 2014), a Coca-Cola, a Souza-Cruz, a Bradesco Seguros, a Light, e a Metrô Rio), que estão de olho nos possíveis e prováveis retornos… o que pediria uma nova página para se conjeturar, embora aqui os traumas sejam menos cruentos.) Esquecemos dos bônus políticos resultantes de uma ação pública simpática? Com certeza o assunto não foi esgotado…
      (… tu sabes por que não uma década antes? ou um ano antes? ou um mês antes?)
      Aqui, novamente, abre-se o leque das teorias! A preferencial entre as conspiratórias é a de que não poderíamos contrariar os interesses de partes econômicas e políticas poderosas. Mas se olharmos pelo lado bom (um sábio um dia me disse que “tudo tem um lado bom, até o papel higiênico usado!”) podemos dizer que ainda bem que aconteceu pelo menos AGORA, em resposta aos interesses econômicos ATUAIS, para usufruto indireto dos brasileiros que HOJE habitam aquelas paragens. Mudar o curso do rio é impossível. Só podemos navegá-lo parando aqui e ali.
      (… tu sabes quem parou de receber o “seu” para que isso acontecesse?)
      Especificamente não! Mas na conjuntura nacional isso não é muito diferente do fim de uma sangria de um cofre público sem apuração das responsabilidades. Já estamos acostumados na não transmissão do último capítulo da novela para o nosso canal. Não temos acesso a este tipo de crédito. Apenas sabemos que aqueles que pararam de receber o “seu” serão aproveitados em outras funções, talvez, até, melhor remuneradas. Mas isto não nos compete saber…
      (… tu sabes que quando o “quem” voltar a receber o “seu” eles [os traficantes] continuarão nos morros!)
      Aqui tenho uma opinião desdobrável e que irá se comprovando com o passar do tempo. O morro vai mudar de lugar, talvez pra Floripa, de forma mais organizada, mais elitizado, com alicerces políticos mais sólidos, e aproveitando o know how internacional. E alguns do “quem” ainda estarão neste grupo, pois isto vai alcançar o seu auge em 15 ou 20 anos. E as “forças do bem” vão esperar que o morro se organize para depois combatê-lo!
      (… tu, ou tu, e até tu aí, que achaste que eu não ‘tava falando contigo, sabes alguma dessas respostas?… eu, tu, ele, nós, vós… não “subêmu”, mano… só eles! tá ligado? só “uzômi” que sabe “dus” bagulho! e “us” bagulho mano, “us” bagulho, é “imbaçadu”!)
      Fiquei na dúvida se eu me incluo fora ou dentro do “tu”, mano! Na dúvida digo que esta parte é a mais pura verdade! Tá ligado?

      • Jaime Says:

        me lembro de um filme… onde jack nicholson (psiquiatra) pergunta para o paciente “quem é tú?” e ao ouvir a resposta de “eu sou o João” ele diz: “não perguntei teu nome, estou perguntando quem é tu!”… e o paciente “bem… eu sou um designer”… “não não não! não perguntei tua profissão”… aí o paciente já irritado diz “tá certo, eu sou uma boa pessoa e…” “MAS QUE PORRA! não perguntei da tua índole… caralho. QUEM É TU”…

        PRÓLOGO A PARTE!

        se tu tivesse colocado essas respostas no teu primeiro texto… eu faria as minhas perguntas sem nenhuma alteração. notou isso? eu pego as minhas perguntas e as coloco após cada resposta tua e elas se encaixam mais que PT e PMBD de quatro em quatro anos (ou PMDB com qualquer coisa nos outros quatro anos intercalados… tu escolhe)… mas a questão é… EU NÃO ESTOU SURPRESO… eu sei com quem TU aprendeu que o sábio não se surpreende, mas lembre-se, ele fica puto mesmo assim!…

        PORQUE?
        PORQUÊ?
        POR QUE?
        e…
        POR QUÊ?

        lembrando um texto teu sobre os PORQUE’S eu te digo… “não estou querendo saber o teu nome, ou tua profissão, ou tua índole, estou querendo saber quem és!”

        abraço…

        • romacof Says:

          Eu não sou, embora você pense ser. Embora você pense que todos devam ser. Não ser é surpreendente! É estar aberto e receptivo. Ser é trivial. Uma porta fechada é! Uma passagem não é. Mas só é possível atravessar por uma passagem, meu pequeno gafanhoto.


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