Sincronia

Sincronia é o principal parâmetro para a percepção da vida no universo.

O que existe é a sincronia! Nós vivemos num universo que é um artifício sincronizado. Tentando o deslocamento (e aqui entram os meios, os métodos, o extra-sensorial, e, inclusive, algumas neuropatologias como a esquizofrenia) você entra em outro estado vibratório qualquer, perceptível por uma outra fração dos 90% do seu cérebro que você acha que não usa. Isto pode ser voluntário ou escapar de seu domínio. Este outro estado pode ser um destino premeditado ou uma surpresa qualquer. Você pode andar ou cambalear. Mas sempre será um salto para uma loucura aos olhos de quem não compartilha com você aquela alter-sincronicidade.

O pleno entendimento do que existe fora da sincronia que convencionamos chamar de nossa realidade só seria possível com um total deslocamento. Sem este deslocamento integral, apenas com a mudança do estado vibratório, você salta,  vivencia, mas não consegue entender ou traduzir plenamente o que está vendo do “lado de fora” da sua sincronia. Se tentar equacionar logicamente as percepções sensoriais, para traduzi-las a posteriori, perde o momento vibratório e não salta. Deixando que os estímulos analógicos o atinjam sem entrar no mérito de seus significados naquela realidade, todas as descrições esbarrarão na inexistência de definições adequadas. Haverá um hiato entre o que é visto e a narrativa. Haverá uma inevitável tendência de ajustar as palavras com a sincronia comum e a alter-realidade ficará palidamente descrita.

O deslocamento total, pelos métodos atualmente a disposição do homem comum, não é possível. A nossa sincronia, a que existe entre todos os estados vibratórios, de tudo que nós conhecemos, é necessária para a vida de relação e a compreensão compartilhada dos fenômenos naturais. A sincronia permite a interatividade, e, para o entendimento comum, a própria vida. O inverso seria o caos para o nosso nível de conhecimento.

Se você viajar para Brasília, e tentar se comunicar com os parlamentares da capital daquele belo país, terá uma sensação mais sensível e compreensível do que eu acabei de dizer

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4 Comentários em “Sincronia”

  1. Jaime Says:

    DESCULPE, MAS TENHO QUE DESCORDAR…

    cada ponto (ver significado de ponto, se não achar, recomendo meu blog) tem o potencial do infinito. cada ser (ponto ou união de inúmeros pontos) é o centro de seu próprio universo. então uma vibração, para poder “sair” e ver outra dimensão de realidade é impossível, já que, quando “se vai para algum lugar”, a visão que tens é daquela realidade. se eu me movo, todo o meu universo move-se junto. então, digamos que, nós, sejamos uma união já de vários pontos (vários universos), cada um desses pontos, obtidos dessa vibração, terá seu próprio ponto de vista da realidade (cada um terá uma visão desse “fora da realidade”). todo número elevado a zero é 1, com isso, já é argumento suficiente para gerar o “infinito”. já que, se não “existisse nada” essa lógica geométrica funciona da mesma maneira do que se existisse toda a realidade (que temos ou que ainda não notamos). desculpe agora minha prolixidade, mas não sou nada didático, sei que estou certo, mas explicar o que sei (sim, eu sei) é coisa para quem ganha prêmio Nobel, e eu não gosto de vestir smoking.

    • romacof Says:

      Um dia um cego entrou em uma sala escura a procura de um objeto qualquer. Quando lhe perguntaram como estava a sala ele respondeu: “Estava tudo no seu devido lugar!” Há “lugares escuros” que para serem descritos apropriadamente necessitam do “olhar” de um cego. Há lugares em que a equação é desigual. Há momentos vividos não compartilháveis em que o indivíduo recebe o rótulo de iludido ou louco. Se houve compartilhamento pelo menos quebra-se os enquadramentos de ilusão ou loucura. Não pretendo doutrinar e nem gritar pelo que não pode ser explicado integralmente. Quando me movo todo o meu universo se move junto, quando a minha mente se move a matemática fica nos números indeterminados, nas quantias desprezíveis, nas somatória das dízimas, e no inexplicável.

      • Jaime Says:

        Algo me deixa feliz ao reler todas as respostas dadas ao meus coments (ainda não demos o nome ao comenteiros, ou é comenteiros?)nesse blog. para falar a verdade, extremamente feliz: em nenhum moemnto foi respondido como nos demais, algo do tipo “é mesmo, e olha que blá blá blá”, ou ainda “tens razão, embora isso, isso, e aquilo”. para mim foi sempre um esforço mental tremendo para responder de linguagem igualmente complexa algo que vá contra minha afirmação. Acho o máximo o fato de eu não ser apenas o criador de minhas convicções (dinamicas ou estáticas) como também ser o único a acreditar nelas, prova de que sou um Ser Supremo, ainda no universo em que vivo. Essa foi dimais e consigo visualisar seu sorrioso nesse exato momento. (e também estou visualisando seu pensamento agora, mas isso não posso revelar, já que também acho o máximo ser o Ser vivo que mais conhece essa mente que agora solta um novo sorriso… aaa como eu sou ótimo)

        • romacof Says:

          Pode ser coMMenteiro, ou então come-inteiro. Batize! E depois não se acha merecedor do troféu “modéstia”! Quanta! Mas sou novo, chego lá! Ontem minha neta maior fez quinze, como tenho sessenta, quando ela fizer trinta eu estarei com cento e vinte…lógica parabólica! então serei todo compreensão e tolerância… 🙂


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