O laudo de J.S. – ou mais uma caso impressionante no Hospital de Torres

Fui procurado pelos familiares do Sr J.S., uma vez que eu já conhecia o paciente e o atendera de 2005 a 2007. O Sr. J.S. veio a falecer em 28 de outubro aos 40 anos de idade. O Sr. J.S. foi levado ao Hospital de Torres (Nossa Senhora dos Navegantes), distante 30 km de sua casa, às 4 horas da madrugada, por apresentar dor em aperto no peito, TA 200×130, 120 bpm, dispnéia, histórico de dislipidemia severa, e ansiedade associada. Segundo a recepcionista o plantão estava anormalmente tranqüilo naquela noite. O médico de plantão  prescreveu um comprimido de Captopril 50 mg, um comprimido de Diazepan 10 mg e uma ampola EV de Furosemida. Depois o paciente aguardou sentado, por mais de uma hora, antes de ter sua pressão averiguada após pedido insistente do Sr Altemir, que o acompanhava.  A enfermeira fez referência a uma TA de 160×110 às 5hs15min. Recebeu alta às 6hs30min, sem laudo, com informações de que estava assintomático, com TA de 120×70, e ausculta cardio-respiratória  considerada sem particularidades. Foi aventado que o paciente pediu para ir para casa.

Trinta e cinco minutos depois, às 7hs05min, o paciente retornou ao hospital em PCR, ou seja: parada cardiorespiratória. Neste período os atendentes descreveram uma série de manobras como tentativas de ressuscitação. E o óbito foi declarado às 7hs45 min, 40 minutos após o retorno.

O laudo, que só foi obtido por reiterada insistência do Sr Altemir as 9hs da manhã, é bastante confuso na forma de expor os motivos, as condutas, e as conseqüências. Foi assinado por dois médicos, e possivelmente uma enfermeira. E emenda o registro de alta do primeiro atendimento com o do retorno como se fossem atos contínuos. Os nomes dos médicos constam no laudo.

Registre-se que obter um laudo de um procedimento efetuado no Hospital de Torres é um acontecimento muito raro. 

Registre-se que o Sr Altemir, cerca de 10 minutos antes de chegar pela segunda vez ao hospital, percebeu que o paciente talvez já tivesse falecido, mas permaneceu em seu intento de levá-lo a um lugar com melhores recursos diagnósticos. 

Registre-se que um paciente apresentando os sintomas e sinais referidos no primeiro parágrafo (em especial dor em aperto no peito, TA 200×130, 120 bpm, e  dispnéia), merece e necessita ser observado por um tempo considerado tecnicamente hábil para diagnosticar, ou descartar, uma lesão do miocárdio. Durante este tempo o paciente deve permanecer deitado, sem fazer nenhum esforço, necessita ser avaliado por um cardiologista, fazer um eletrocardiograma, ser monitorado, ter dosadas as enzimas clássicas que se alteram, em tempos variáveis, quando há lesão do músculo cardíaco (CPK, TGO e DLH), receber vasodilatadores coronarianos por via sublingual e opiáceo parenteral quando necessário. 

Registre-se que um paciente apresentando os sintomas e sinais referidos no primeiro parágrafo jamais tem o direito de “querer ir para casa”, principalmente depois de receber como medicação um benzodiazepínico, que minimizou, em seu senso crítico, a severidade do caso. Nesta hora o bom senso do médico, avaliando o quadro como um todo, é que deve prevalecer. 

Infelizmente este não é um caso isolado. Como morador de Três Cachoeiras, e médico há 30 anos na localidade, é desolador perder a referência hospitalar da região. Outros colegas devem compartilhar comigo este ponto de vista mas quem quer iniciar cruzadas inglórias?

Outra história? Vide:

https://romacof.wordpress.com/2009/03/31/voce-e-um-ser-humano/

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18 Comentários em “O laudo de J.S. – ou mais uma caso impressionante no Hospital de Torres”

  1. Monica Says:

    Passando rapidinho…
    Minha mãe perguntaria: ‘você tá tomando recado na escada?!’ 🙂
    Seu blog tá lá na minha listinha sim, você não viu??? Coloquei ao mesmo tempo em que adicionei o do Camargo.
    Sugiro a utilização de óculos vermelho (pra vermelhor), hehehe…
    abraço

    • Romacof Says:

      Gostei da sugestão dos óculos. A tua e a do Arthur! Como alguns trocadilhos do carilho ainda conseguem ser simpáticos!

      • Monica Says:

        Porque, no momento, você deve estar usando óculos marrom (por isso está vendo tudo ‘marronmenos’) 😉


  2. Ou óculos verdes, que são bons para todas as distâncias (verde perto, verde longe…). 🙂


  3. Pelo contexto deu pra sacar que TA são as pressões sistólica e diastólica, mas por que a sigla “TA”?

    PCR é uma comunidade do Orkut chamada “Perguntas Cristãs Ridículas”. E RCP não é reanimação cardio-pulmonar, é a comunidade irmã da anterior, chamada “Religião, Ciência e Política”. 🙂

    De acordo com a pesquisa do Google, CPK é “California Pizza Kitchen”, TGO é a magazine britânica “The Great Outdoors” e DLH é a multinacional dinamarquesa de produtos de madeira “Dalhoff Larsen & Horneman”. 🙂

    Só pra descontrair, porque a história que contaste é de deixar qualquer um tenso.

    Eu nasci no dia do médico, mas a primeira profissão que descartei foi a medicina justamente porque à época eu avaliei que, como no dia-a-dia eu já sou muito exigente comigo mesmo naquilo que faço, se fosse tratar da saúde dos outros eu ficaria tão caxias que viveria tenso e arrebentaria minha própria saúde. Hoje eu creio que poderia enveredar por este caminho, mas quase tudo que conheço sobre a formação profissional dos médicos me incomoda imensamente, a começar pela absurda duração do curso e a nada realista pretensão de formar “especialistas em tudo” ao invés de oferecer uma sólida formação em fisiologia, em diagnóstico e em uma especialidade, no melhor estilo Dr House. (Aliás, existem especialistas em diagnóstico como ele no Brasil?)

    • Romacof Says:

      Em 75, quando me formei, a filosofia era formar generalistas, que se interiorizassem, mas logo veio a revolução tecológica encabeçada pelos diagnósticos por imagem e a geração digital descambou. Sou do tempo em que o médico era obrigado a saber um pouco de quase tudo. Hoje a tônica é saber tudo de quase nada.
      Em tempo: siglas são muito perigosas. No jargão médico elas são úteis pois transmitem com 3 ou 4 letras um longo procedimento ou explicação. No caso do blog elas vão transmitir exatamente a idéia pretendida para alguns leitores alvos que estão se sentindo desconfortáveis em suas cadeiras…por enquanto.

  4. Monica Says:

    Uma vez, a faxineira do prédio começou a passar mal subitamente, com uma dor de cabeça absurda, confusão mental, ânsia de vômito, princípio de desmaio etc. Preocupada, levei-a ao hospital de Pronto Socorro, e no caminho fui conversando com meu irmão, que é neurologista e estava em outro hospital. Notei que ele também estava preocupado (me ligou pelo menos mais três vezes nas horas seguintes), e me disse que não descartava a possibilidade de um aneurisma. Olha, se tivesse sido mesmo, ela teria morrido no hospital. O médico na triagem foi extremamente grosseiro e negligente (o máximo que fez foi checar a pressão e receitar um analgésico na veia), não fez nenhum exame, nem perguntas. E só fez o mínimo porque eu estava lá, agarrando médicos e enfermeiras no corredor do hospital para que a moça não ficasse sem atendimento. No final das contas, parece que ela teve uma crise atípica de enxaqueca, mas o estado dela realmente parecia preocupante (e eu fiquei mais preocupada porque o meu irmão, médico, parecia igualmente preocupado). Dias depois, conversando com uma médica do mesmo hospital, ela me disse que conhecia o médico que atendeu minha faxineira. Ele era famoso pela grosseria e descaso com os pacientes, geralmente pessoas simples, e por isso era colocado sistematicamente na triagem. Esse é um excelente hospital (público) para casos de trauma e emergência, mas a atitude do médico – que eu sinceramente espero que seja a exceção e não a regra – foi de dar medo…


  5. “Ele era famoso pela grosseria e descaso com os pacientes, geralmente pessoas simples, e por isso era colocado sistematicamente na triagem.”

    Pô, mas aí já é espírito-de-porco da administração do hospital. Um profissional “famoso pela grosseria” tem que levar um pé-na-bunda, não importa a profissão. Um médico, que está atendendo alguém fragilizado pela dor, pelo mal estar e pelo medo, tem um dever especial de atuar com gentileza e solidariedade. Se não for assim, que troque de profissão ou atue como o Dr House – numa salinha bem longe do paciente.

    • romacof Says:

      O grosseiro e negligente só pode chegar até ali! Pensa que deve receber mesuras por ser médico. Mas nem isto ele é. Ele pode ter recebido o conhecimento mas o canal para aplicá-lo está bloqueado pela falta de humanidade. Estes elementos são perigosos. Não são profissionais. E criticá-los não é anti-ético pois a ética se aplica só aos profissionais. Os pacientes são gado! O plantão é valor! A consciência é merda.

    • Monica Says:

      Também acho, Arthur. Não sei se o colocaria no olho da rua (não seria má ideia), talvez enfiaria ele no laboratório, longe das pessoas, só lidando com material coletado. Mas certamente ele não iria justamente para a triagem. Ali os médicos lidam com pessoas em seu pior momento: desesperadas, com dor, sangrando, quebradas; o que quer que seja, não é bom. A última coisa que devia ter ali é um médico estúpido. Como disse o Romacof aí embaixo, ter o conhecimento, mas não o canal para aplicá-lo, não adianta.


      • Mônica: esclarecendo, eu não demitiria alguém que eventualmente cometesse uma grosseria, porque afinal de contas é bem humano ter um dia ruim, pisar na bola, extrapolar sem perceber e até mesmo rodar a baiana e dar um piti homérico. Mas com certeza eu demitiria alguém que se tornasse famoso pela grosseria, porque aí o sujeito tem um problema pessoal grave a resolver antes de poder lidar com os problemas dos outros.

  6. Jaime Maggi Says:

    Ps 1. Esse texto já foi editado – quase censurado – de qualquer forma, é a resposta ao excelente texto publicado pelo Sr. Romacof.

    Ps 2. Esse texto está sofrendo modificações – novamente – pois, ao que me parece, seu conteúdo não pode ser dito de maneira transparente – logo, fui aconselhado a repensar e rescrever algo mais prolixo, para que pseudo envolvidos não se fodam, digo, não me fodam, ou algo assim.

    Ps 3. Como fui aconselhado a dizer o que quero, sem dizer o que realmente quero, ou seja, dizer porra nenhuma, acredito que o texto ficou melhor assim. O título também foi editado.

    Prólogo a parte… segue.

    Para moradores da região de uma cidade, que, “poderia” ser Torres, RS, mas! não é, eu poderia dizer que o Hospital da cidade mata pessoas, mas não vou dizer.

    Eu poderia dizer, que a esmagadora maioria dos médicos de uma cidade, que, poderia! ser Torres (mas não é) são carniceiros famintos por contos de vida, vidas alheias. Mas não é o caso. Posso também afirmar que alguns médicos de Torres acabam sofrendo com a imagem negativa que esses matadores de vida deixam para a classe. Mas jamais afirmaria isso.

    Eu posso afirmar que esses “imaginários” assassinos não matam de forma culposa, mas sim dolosa, pois o fazem por prazer. Mas não afirmarei tal atrocidade. Querendo, poderia “fantasiar” um caso específico, onde um desses monstros “imaginários” fizera questão de não esforçar-se para salvar a vida de alguém. E mais, contava o feito como vantagem pelas ruas da cidade, demonstrando “poder” sobre vidas alheias, já que não teria poder sequer na cama com outra pessoa, e esse era seu desforro. Mas quem sou eu para afirmar tal calúnia? Que médico mataria tal vida propositadamente? Não, acredito que nenhum.

    Posso afirmar que, esses seres, que não possuem capacidade de gerar felicidade a uma cabra, despejam suas frustrações em vidas frágeis diante de suas mãos cobertas de sangue e ódio, ingeridos em uma vida inteira de frustrações e decepções que não puderam suportar. Assim, afirmando, que nessa minha “imaginação fértil” esses monstros imaginários matariam por prazer, pelo simples observar nos olhos da vítima diante de si, o espanto da insuficiência respiratória. Poderia afirmar que isso lhes daria muito mais prazer do que um orgasmo, ainda mais depois do insucesso com a cabra. Poderia, mas não afirmarei.

    Poderia afirmar, mas isso apenas se não fosse tudo fruto de minha doente imaginação maníaco – depressiva, que, esse Hospital, que poderia ser de Torres, mas não é, continuaria matando vidas de propósito, pois nada seria feito para impedi-los. Mas não vou inventar isso.

    Se, esse açougue horrendo fosse real, coisa que, não é, lhe aconselharia que jamais pedisse ajuda médica por aquelas bandas, pois estarias assinando atestado de óbito. Sorte nossa que tal lugar é apenas fruto de minha mente doente.

    Eu realmente poderia afirmar todas essas, e mais milhares de outras características desse lugar que eu teria presenciado ao longo de minha vida, mas como não vivi esses fatos, e, esse lugar sequer existe, não falo nada. Fico calado, pois assim, ninguém morre. Ninguém será assassinado, e o mundo continuará vivendo esse conto de fadas em que nos encontramos.

    Ps 4 (e, último, espero). Espero que esse texto não seja um problema também. Afinal, esse lugar não existe. Mas, me façam um favor, se eu precisar de um hospital, me levem para Porto Alegre, aí agradeço.

    • romacof Says:

      Caro Jaime! Agradeço sua visita a este blog e seu comentário virtualmente endereçado a uma cidade próxima daqui, que acredito ser Torres, onde existiria um hipotético hospital chamado Nossa Senhora dos Navegantes (com os respeitos à santa padroeira dos homens do mar, que nada tem a ver com o que acontece lá). Compartilho seu desconsolo e sua indignação pois deves saber de muitas histórias inacreditáveis, e podes ter certeza que se necessitares de um hospital teus entes queridos serão sensatos e te levarão a um lugar onde haja humanidade. Ainda que coisas inexplicáveis aconteçam, principalmente no plantão de emergência, não posso comungar com tua “fértil imaginação passional”. Não posso, e me recuso a acreditar que haja prazer ou dolo explícito nos atos de alguns médicos que lá atendem; neste hospital imaginário desta cidade imaginária, quase fruto dos devaneios de um Enki Bilal. Acredito que haja negligências graves, quase rotuláveis como incompetências. Acredito que haja descaso com a dor dos pacientes. E vejo que alguns, sendo médicos, se sentem acima da necessidade, e da obrigatoriedade, de se preocuparem excessivamente com o resultado de seus atos. Quanto ás escassas provas documentais gostaria de esclarecer que em 2001, quando era gestor da saúde em minha cidade, em reunião com o então prefeito de Torres, médico, e com o secretário da saúde de lá, igualmente médico, e com os demais prefeitos e secretários da região, foi exaustivamente solicitado que o hospital fornecesse laudos dos atendimentos ocorridos. A razão do atendimento, uma hipótese diagnóstica, os procedimentos efetuados, as condutas que foram indicadas, e o nome do médico que fez o atendimento. Em vão! Os pacientes egressos quando medicados, não sabem o que tomaram, não sabem o diagnóstico aventado, e necessitam se comunicar com alguém para continuar o tratamento. Neste momento, em meu agnosticismo, agradeço aos deuses por eles terem voltado vivos!

  7. anjo Says:

    é trite, ñ temos hospitalem Torres, mas sim um açougue dos melhores, com açougueiros da melhor classe!

    • romacof Says:

      Caro anjo! Agradeço por sua surfada nestas linhas. O pior é que TEM hospital e HÁ médicos por lá. Só que eles nem sempre são os plantonistas e a consciência as vezes tira férias coletiva. A dor melhor compreendida é aquela que foi um dia sentida. Na faculdade todo estudante deveria aprender a sentir dor. Pelo menos no bolso. O que acontece é fruto da transformação de uma profissão em um meio de ganhar dinheiro a qualquer custo, e o resultado, muitas vezes acaba sendo um “foda-se”.

  8. Li Says:

    Problema 1…..as escolas de medicina.

    Problema 2……a ética dos doutores.

    Problema 3……..as instalações hospitalares.

    Quando tive um enfarto,sabia que estava enfartando,rs.
    Meu marido não, me ofereceu remédinho para dor.
    Agradeci e não aceitei.
    Procurei a emergência da clínica onde meu cunhado trabalha,não era plantão dele e era madrugada.
    O doutor de plantão riu quando eu disse que estava enfartando…..educadamente me colocou no MEU lugar.
    ELE disse não saber o que EU tinha,rs.
    Quando meu cunhado,que é um médico maravilhoso,
    chegou e mandou refazer o eletrocardiograma…..estava tudo lá…..fui direto para o Hospital do Coração.

    Ficamos assim….se tu não fazes idéia do que tens e se não tens amigos ou parentes na área de saúde….CUIDADO!

    NEM TUDO ESTÁ PERDIDO.

    Existem ótimos profissionais salvando a imagem de
    Hipócrates.

    • romacof Says:

      … comecei a escrever uma resposta e ela ficou tão comprida que achei melhor transformá-la num post… em breve “nas bancas.”

    • romacof Says:

      Mudei de idéia. O post virou comentário… está baixando um santo pintor e tenho que aproveitar!
      O caduceu símbolo da medicina era um bastão de madeira com uma cobra enrolada. Assim era o cajado de Asclepio, deus grego da cura, que os romanos traduziram como Esculápio. Quando os americanos entraram no teatro civilizatório fizeram alterações na simbologia greco-romana e nas várias guerras em que se envolveram os indivíduos que trabalhavam no Medical Departament (daí MD) carregavam na jaqueta, como insígnia, uma haste com duas cobras enroladas encimada por um pequeno globo e um par de asas abertas. E este símbolo hoje é usado, equivocadamente, como sendo o da medicina.
      Porém o símbolo substituto adotado pelos americanos é o caduceu do deus Hermes (Mercúrio) e representa uma outra profissão, o Comércio, que embora seja nobre, e ocupe um lugar fundamental nas relações humanas, permite todo o tipo de interpretação quando relacionado com a atividade que tem no ocidente o grego Hipócrates, um asclepíade ateniense, como pai . Talvez os médicos que aceitaram a americanização da simbologia estejam cientes de que hoje a medicina é considerada um comércio e estão se lixando para a troca dos símbolos simplesmente por que isto os satisfaz.


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