A Chave Analógica (4ª postagem)

(Se você deseja saber como começa esta história clique aqui.)

Update em 27.08.2010

Perguntaram se estas pessoas existiram! Todas aparecem na história com nomes falsos, com exceção de Gerson, que tinha este nome, pelo menos até o dia em que se acredita tenha morrido. O meu nome ainda é o mesmo, e ainda estou por aqui. Estas pessoas têm suas vidas, suas famílias, e seus trabalhos. Usei um mome fictício também para Alexandre. Quando fui falar com a mãe dele ela me suplicou que não o mencionasse. Ela não apreciou nenhum pouco a idéia de que o nome de seu filho e a relação que ele tinha com estas “maluquices idiotas” viessem a público

 7ª PARTE – QUESTÕES NÃO RESOLVIDAS          

            “Tudo no seu devido tempo Sr. Talis. Primeiro vocês necessitam das respostas sobre algumas questões que deixei em aberto. Como sempre alguns de vocês não ficarão satisfeitos com as explicações que vou dar. Alguns vão rotulá-las como fantasiosas ou absolutamente sem sentido. Mas é assim que as coisas precisam ser levadas adiante. Acreditem: se aqui eu contasse tudo o que está em jogo, como numa narrativa jornalística, digamos assim, um elo importante existente entre nós se romperia, e o trabalho até agora desenvolvido seria todo jogado fora… na verdade isto já me aconteceu uma vez e não quero repetir o erro! Antes que perguntem qual o elo a que me refiro eu lhes respondo: é a mágica, o mistério, a aventura de dar um passo sem saber qual é o seguinte, pois esta é a essência do caráter de vocês. Vocês querem as respostas agora, já, exatas, lógicas, bem encadeadas, num roteiro linear e límpido, mas, no momento em que tiverem todas as respostas o mistério morrerá, e o interesse de vocês se transformará de uma dúvida interessada em uma dúvida concreta.”

            Todos nós estávamos fortemente atentos à narrativa de Gerson. O tom solene dava a entender que aquela reunião teria um desenrolar diferente de tantas outras anteriores. Havia uma espera ansiosa pela continuação.

            “Em alguns momentos vocês vão considerar o que digo como um devaneio, ou uma história fantasiosa sobre civilizações antigas. Interpretem como quiserem! A partir deste momento tudo que vocês não ignorarem será de grande valia, mesmo que seja apenas para manter a ponte mágica que nos une.”

            “Talis! Com você a conversa será demorada e em outro dia! Evidentemente, se ainda for de seu interesse, gostaríamos que fizesse uma visita ao criador de porcos de Candeias, mas isto não será agora.” Talis suspirou evidentemente aliviado. 

            “Primeira pergunta: quais são as nossas armas?” Houve um movimentar-se inquieto e inseguro entre os presentes, e como Gerson parecia aguardar a resposta de alguém, Juliana tomou a frente e respondeu:

            “Eu acredito, ou é desta forma que racionalizei a minha ação em Candeias, eu tenho a habilidade de detectar a localização de um poltergeist, que, de uma forma que não compreendo não me atinge, e parece se acalmar quando mentalizo minha chave analógica” 

            “Uma boa definição!” Exclamou Gerson.

            Depois se voltou para mim e para Talis e disse: “Vocês dois também não são agredidos pela força a que Juliana chamou poltergeist – que não deixa de ser um bom nome, embora eu prefira chamá-la de magista, pois diferentemente da primeira esta forma não se manifesta por alguém, ela é independente…!no entanto, vocês têm a capacidade de agredir esta força. Não uma agressão destrutiva, mas uma agressão restritiva. O magista se sente impelido a abandonar o lugar em que está alojado. Ele pode fazer de tudo para assustar vocês quando na verdade está se defendendo e desesperado para não ter que mudar de lugar. O magista é uma força monumental que tem a mentalidade de uma criança. Ele quer brincar. Ele quer se sentir seguro. E vocês, aos olhos dele, são como pessoas más e detestáveis. Um magista não pode atingir diretamente vocês, mas pode jogar objetos ou usar de outros recursos indiretos para se defender. Para que vocês tenham sucesso ao enfrentá-lo é fundamental que o mandala que cada um recebeu seja projetado em suas mentes em seus mínimos detalhes. O momento em que isto ocorrer deve ser muito bem arquitetado. Haverá um grupo formado por mim, por Liana e por Julio. Nós temos que estar em sincronia perfeita com vocês. Nós somos a outra ponta. Nós temos as armas para prender o magista.” 

            Minha cabeça doía muito! Gerson nunca fora tão azul! Talis, quieto desde o início, não se conteve e perguntou: “Prender a coisa? Mas afinal o que é… do que é feito, sei lá! Como você pretende fazer isto com uma força, pelo que se deduz é incorpórea? E para quê? Esta piração ainda vai se desdobrar de que forma?”

            “Tenha calma. Vamos ligar os elementos que temos até agora. O desenvolvimento de Juliana começou quando Alexandre resolveu não pertencer mais ao nosso grupo. Ali eu disse que de uma forma indireta havia se aberto uma porta que nos seria favorável. Algo foi “ligado” em Juliana, e ela passou a ter a capacidade de  perceber a existência do magista. Sabemos que o magista é uma força poderosa, que só de uma forma especial pode ser controlada. Agora vou dizer para vocês de que forma podemos usar esta força a nosso favor. Ou de que forma poderemos cumprir o nosso objetivo como grupo. A processo de como podemos prender o magista é irrelevante. Na verdade, para o bem de vocês: Juliana, Talis e Ronaldo, nem é interessante saber como isto será feito. Mas acho importante que todos saibam que há um grupo de inimigos que tentam de todas as formas impedir que tenhamos sucesso. E é interessante saber por que estes inimigos agem desta forma.” Respondeu Gerson. 

            “Mas antes quero que todos saibam que hoje recebi a notícia do falecimento de Alexandre. Isto já estava escrito, mas a morte nunca deixa de nos tocar. É um bom momento para ficamos em silêncio e pensar em tudo o que foi dito até aqui.” 

8ª PARTE – HISTÓRIAS ANTIGAS E ELOS PERDIDOS 

            E realmente se fez um compacto momento de silêncio. Um silêncio como eco à abrupta mudança de assunto para nos dar a notícia. Um silêncio constrangido. Cada um de nós elaborando a própria relação com o controverso indivíduo que todos conhecíamos como Alexandre. Uma personalidade agressiva e envolvente. Inteligente e que possuía os elementos considerados úteis para ser um advogado de sucesso. Que pertencera a um grupo maluco que esperava encontrar, convivendo com Gerson, respostas às velhas questões sobre os mistérios da vida, da origem, do destino, e dos limites do homem frente à realidade e seus aspectos mágicos. Um personagem jovem que usara um poder sobre o qual não tinha domínio e fora vitimado por este poder. Um jovem que convivera conosco e agora estava morto.

            O silêncio foi suavemente preenchido pela voz monocórdica de Gerson quando iniciava seus longos monólogos.

            “Quando as primeiras civilizações humanas se estabeleceram na Mesopotâmia, e nos vales do Indo e do Nilo, a presença dos Nifilim sobre a terra estava em seu declínio. Mas seu conhecimento ainda era colossal. Na tradição suméria se afirmava haver uma relação íntima, genética, entre o Nefilim Enki e os descendentes do gênero Homo sapiens. Enki era considerado um deus benéfico aos olhos dos primeiro humanos que viveram entre o Tigre e o Eufrates. Ao contrário da tradição judaico-cristã que o representava como a serpente que mostrou ao homem o fruto do conhecimento para o bem e para o mal. As castas inferiores dos Nefilim, os Anunnaki, viam no crescimento cultural do Homo sapiens o fim de sua supremacia e, com o apoio da elite ainda reinante, liderada por Enlil, irmão de Enki, por todos os meios tentaram impedir que Enki transmitisse conhecimentos aos seus protegidos. A história dos Nefilim na Terra, seus objetivos, suas cidades pré-diluvianas na mesopotâmia, a relação entre a necessidade de mão de obra no trabalho de mineração na África e a transformação do Homo erectus em um trabalhador escravo é uma longa e complexa história que culmina no surgimento do próprio gênero humano moderno, numa trama rica e polêmica que dá origem a todas as culturas religiosas que existem atualmente sobre a face da Terra. Mas isto ocorreu há mais de 6 mil anos e é um outro capítulo, muito interessante, mas que foge do nosso objetivo imediato. Devemos nos concentrar na mobilização de forças para que o desejo de Enki, de que o conhecimento de sua espécie permanecesse ao alcance dos humanos, seja efetivado… para que este conhecimento seja acessado e utilizado gradativamente, de acordo com o grau de maturidade de nossa espécie… para que a nossa espécie não perca o acesso a este conhecimento que a tradição convencionou chamar de registros acádicos.” 

            Gerson fez uma pausa, olhou em volta, mas não houve perguntas.

            “Todos sabem que a palavra átomo perdeu seu significado há muito tempo. Hoje as partículas subatômicas, que compõe o núcleo do que antes era considerado indivisível, são comprovadamente compostas por outras partes menores… e em breve se saberá que o interior de cada uma destas partes, aparentemente, será composto por um paradoxal e incongruente nada! E digo aparentemente, porque a princípio nossa tecnologia será incapaz de observar a magnífica rede que une cada um destes interiores vazios. Um banco de dados que escapa de nossa compreensão dimensional. Uma porta não para outra dimensão, mas para uma miríade de possibilidades paralelas. Onde cada partícula, que os teóricos estão chamando de quark, se conecta com qualquer outra em qualquer parte do universo através de seu nada interior.”

            Gerson fez uma pausa maior dando a entender que mudaria o rumo na narração, mas que as partes tinham relação entre si.

            “Existe uma brecha entre a nossa dimensão e aquela em que os registros acádicos estão armazenados. Esta pequena abertura, esta fresta, é dinâmica, e está presente em todos os lugares. Realmente em todos os lugares onde existir um núcleo de um átomo, onde existirem próton e nêutrons, onde existem os pequenos quarks em seus interiores.”

            “Sabemos que duas forças de mesma polaridade se repelem. Dois prótons positivos se repelem. Então como é possível mantê-los no interior dos núcleos sem que haja uma desintegração total? Isto é possível graças a um equilíbrio dinâmico que ocorre entre os 3 quarks que compõem um próton ou um nêutron. De uma forma simplificada podemos dizer que a volubilidade entre as cargas gera um artifício tão fugaz e oscilante que as positividades existentes não chegam a se estabelecer o período de tempo necessário para a repulsão.” 

            Alguns de nós se mexeram inquietos pois naquela época estas idéias estavam apenas nascendo e o desconforto pela não compreensão se tornou evidente. Julio comentou: “Gerson! Podemos até acreditar em sua explanação… embora já tenha lido em algum lugar que estes conceitos não passam de ficção matemática, mas, no que nos diz respeito, como podemos entender a tal abertura… e onde entram os Anunnaki e Enki nesta história?”

            “A abertura pode ser encontrada na colisão de partículas! Há experimentos neste sentido. Num determinado momento, uma partícula até então desconhecida, abrirá uma porta entre estas dimensões. Para que isto aconteça a colisão que se pretende deve acontecer. Ela não pode ser evitada. O que os Anunnaki pretendem, pois alguns deles ainda vivem entre nós, é que o ser humano seja incapaz de obter este avanço tecnológico que leve ao encontro da brecha entre as dimensões. O que Enki nos deixou, pois ele não está mais entre nós, é um truque para que os Anunnaki nunca consigam o seu intento.”

            “Pois bem! Aqui entra um pouco de mágica! Pelo menos aos nossos olhos pragmáticos e acostumados a esta pequena ilha dimensional em que todas as coisas devem seguir as regras de Newton ou não existem.”

            “O magista, embora seja uma força poderosa é imatura. Ele pertence à dimensão onde estão os registros acádicos. Passou para nossa dimensão por ação de alguma manobra Anunnaki. Avaliem o magista como uma criança. Ele quer brincar, não importa onde e nem com o quê. Neste momento usa sua força brincando com os porcos, como Juliana nos descreveu. Nosso objetivo é recolocá-lo em sua verdadeira dimensão. Esta foi a herança que Enki nos deixou: enquanto os magistas, que sabemos serem três, estiverem em sua dimensão de origem, o brinquedo favorito deles será infernizar a vida dos Annunaki. De que forma é exatamente este infernizar eu não tenho os meios para saber, mas sei que envolve a física de partículas. Nós temos os meios de devolver este magista para o lado de lá. Assim mantemos este jogo, procurando nunca perder a possibilidade de um acesso total ao registros acádicos. Acreditamos que apenas uma vez os três magistas estiveram num mesmo tempo em nossa dimensão. Isto aconteceu durante a Idade Média, embora nunca tenham deixado de existir grupos, como o nosso, que persistiram na luta contra os Anunnaki”.

            Eu ponderei: “Você concorda, Gerson, que mesmo com tantos sinais insólitos vivenciados em sua companhia, esta trama toda fica fantasiosa e inverossímil. Segundo sua exposição os elementos básicos ocorrem em lugares, ou dimensões, às quais não temos acesso. Fica difícil acreditar numa poderosa força infantil, que não pertence à nossa dimensão, criada e mandada pra cá, por possíveis inimigos da raça humana, com a intenção de que fiquemos afastados de um manancial de conhecimentos. Mesmo depois que Talis tenha feito, seja lá o que ele necessita fazer para que o plano de devolver o magista ao seu mundo funcione, nós, os observadores, teremos apenas uma opção: ajudamos a salvar o mundo de uma nova idade das trevas, porque três magistas do lado de cá provocariam em teoria este efeito, e passamos a acreditar nisto como um ponto de fé. E fim. Pois, na prática o mundo continuará a girar da forma que conhecemos… e ainda: as chaves analógicas nunca nos dariam acesso aos registros acádicos como você nos fez crer no início, ou você teria algo a acrescentar!”

            “É, de certa forma será bom vermos o mundo girando da forma que estamos acostumados… as outras formas talvez não sejam agradáveis. Quanto às chaves analógicas ou mandalas darem acesso direto aos registros… eu menti! Ou torci a verdade para que vocês permanecessem fisgados. As chaves vão ser úteis, mas de outra forma… aguardem e não ficarão decepcionados! Mas tenho umas ressalvas ao que você disse: os magistas não foram criados para este fim. Eles já existiam muito tempo antes dos Nefilim. Enki apenas os prendeu entre as duas dimensões. Aproveitou que são entidades que não evoluem e têm em sua essência unicamente o desejo de brincar e os colocou num lugar onde poderiam ser felizes, impedindo que os Anunnaki nos prejudicassem. Enki sabia que em contato com as pequenas partículas subatômicas os magistas permaneceriam ocupados até o fim dos tempos, mas não previu que os Anunnaki obtivessem os meios de mandar os magistas para o nosso lado. Outra correção: os Anunnaki não são exatamente inimigos da raça humana. De certa forma eles apenas pretendem preservar um conhecimento que consideram propriedade sua e, possivelmente, nos julguem, inaptos ou inferiores. Talvez até temam o uso que a nossa espécie possa fazer de tal conhecimento. Nós, por nossa parte, pretendemos continuar a evoluir, ascender, e quem sabe, chegar ao Princípio!”

            “Princípio?” Perguntou Luana. “Que Princípio?” 

9ª PARTE – DEVANEIO  

            Gerson fechou os olhos e começou uma estranha resposta:

            “O Princípio ou o Fim. O Princípio-Fim é o guardião ou o real conhecedor do conteúdo do nada. O conhecimento da rede de informações que o aparente nada esconde no total das conexões dos interiores infinitesimais só estará ao nosso alcance quando fizermos parte desta mente que tudo engloba. O Princípio-Fim ocupa o mesmo lugar no círculo cósmico. O Princípio observará o lento e caótico modificar do nada por quantos éons? A matéria já estará disforme. A energia, que é ao mesmo tempo a própria essência do Princípio, gradativamente, escorrega em obediência às novas leis físicas do limiar da existência como a definimos. O Princípio sabe que aquilo que chamamos de nada contêm o início de todas as coisas. Que a trama de informações libertas das partículas já não existentes forma a rede necessária para um novo começo. Sabe que não há diferença entre estes dois conceitos aparentemente contraditórios, mas também sabe que isto causaria (ou já havia causado – uma vez que o tempo é apenas uma questão de ótica) uma grande confusão em estágios em que o Princípio procurava sua maturidade…! Afinal o objetivo do Princípio é o Fim. Afinal o Fim tem como objetivo desencadear o Princípio. Afinal, a tendência pulsante universal gera este aparente paradoxo cíclico…”

            “O nada aponta para um estágio entrópico nulo. As infinitas espécies orgulhosas que ergueram civilizações, já há bilhões de anos voltaram ao pó. A luz deu lugar à escuridão total. Os famintos horizontes de eventos dos engolidores de galáxias agregaram-se aos elementos da grande atração. O Universo agoniza.”

            “Para o Princípio o centro do universo é o lugar ocupado por ele. Qualquer lugar é o centro! A expansão universal, com suas misteriosas acelerações, arrastando para um infinito impensável as colossais massas estelares, só colocou todas as coisas materiais em um único lugar: no lugar ocupado pelo Princípio. Para o Princípio era irrelevante a diferença entre os conceitos opostos de: para fora até o infinito inimaginável ou: para o centro até uma singularidade única. O Infinito distante é o próprio centro único! pois o centro único é qualquer ponto onde está o Princípio, e o Princípio se encontra em qualquer lugar. Aquilo que se distancia na verdade cai. Cai para a singularidade final. Cai para a singularidade inicial. E neste instante o universo agoniza; o universo irá pulsar. E com o fim do universo, e daquela especial organização da energia, será o fim do Princípio.”

            “O Princípio, acostumado aos bilhões de anos, percebia, já há algum tempo, que a temperatura se modificava. O gelo do universo agonizante dera lugar, paulatinamente, a um tênue, mas crescente calor. A singularidade se aproximava. O tempo, aparentemente eterno, fluindo na mesma direção e num mesmo ritmo há incontáveis eras, ganhava um elemento novo: aceleração!”

            “O Princípio sabia que quando há aceleração no elemento temporal e uma singularidade se aproxima um grande evento acontecerá: o fim de todas as referências dimensionais definidas pelas leis físicas daquela ondulação universal.”

            “O Princípio, já consciente de ser o Fim, sabe que sua morte será o fogo para um novo Princípio. O Princípio, já quase na singularidade, necessita manter a trama das informações no nada, único, num instante, e no instante seguinte no interior de incontáveis partículas. Num átimo o mistério da criação. E, naquela nova onda, os seres pensantes guardarão a imagem arquetípica de um criador; reflexo do Princípio-Fim retido nas informações que navegam no mar infinito que tornam o nada único dentro de todas as partículas…”

            “Este é o Princípio, Luana. E para que a nossa espécie possa fazer parte dele contamos, em breve, com as ações de nosso bravo guerreiro Talis! Não é Talis?” 

            Talis acordou para a realidade sentindo o peso de toda a evolução sobre seus ombros.

(continua)

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2 Comentários em “A Chave Analógica (4ª postagem)”

  1. Alan Cichela Says:

    Lerei com calma… e lhe respondo na sequência.

    Nossa muito boa tua conclusão sobre a prostituição da arte.
    Realmente, refinado é aquele que morreu duas vezes.


  2. […] E é isso. Mais uma vez desculpe pela demora, mas dessa vez você me deixou confuso. Bom final de semana. —————————— Resposta da: A Chave Analógica (4ª postagem) […]


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